quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Projeto esportivo recebe espaço de leitura da Imprensa Oficial

“A leitura é uma ferramenta para a vida”. Foi assim que a coordenadora pedagógica do projeto Industrial Atlético Clube (IAC), Leda Torres, definiu a importância do hábito da leitura para os cerca de 150 jovens atendidos pelo projeto durante a inauguração, na manhã desta terça-feira, 14,  do Espaço de Leitura Livro Solidário. “Desde criança até a velhice, a leitura é fundamental na vida da gente. Forma nossa imaginação, nossa criatividade”, descreveu Torres.

O Espaço localizado no bairro do Distrito Industrial, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém, recebeu da Imprensa Oficial, que coordena o projeto Livro Solidário, em parceria com o Núcleo Articulação e Cidadania (NAC), cerca de 400 livros, estantes e o todo o material de identidade visual do projeto que já implantou 23 espaços e doou mais 50 mil livros para várias comunidades na Região Metropolitana de Belém e interior do Estado.

O IAC atende a jovens como o estudante Felipe Rodrigues, de 16 anos, que além de treinar futebol, quer ser também um craque na leitura. “Só a leitura nos torna um bom cidadão, pois pra ser um atleta a gente tem que ter uma boa educação que começa em casa”, relatou. Ele acredita que o Espaço de Leitura do IAC vai possibilitar um maior aprendizado, tanto na escola como na vida. José Ribamar de Almeida, 16, acredita também que pra ser um bom jogador, tem que ser um bom aluno. “Eu estava dando uma olhada nos livros e vi muitos sobre futebol. O que mais me chamou a atenção foi um sobre a vida do Pelé. Eu escolhi esse pra ler”, contou e aproveitou para mostrar sua habilidade com a bola nos pés, inspirado no Rei.

Ednelson Costa, 20, diz que o esporte pra ele é a própria vida, por englobar disciplina e educação. Estudante de educação física, ele contou que gosta muito de ler. “A partir do momento que a gente começa a praticar a leitura, o nosso modo de falar, de conviver com as pessoas muda, porque através da leitura a gente adquire muito conhecimento”, acredita.

O presidente da IOE Cláudio Rocha mostrou para os jovens do IAC a importância de se dedicar ao esporte e à leitura. Atentos à fala dos presentes, os garotos ficaram estimulados a conhecer o mundo mágico dos livros. “Nestes livros estão contidas as experiências de outras pessoas que agora vão formar uma nova geração de leitores”, assegurou.  “Todo mundo deve ter livros que leu, gostou e guardou na estante. Mas em vez de deixar esse livro lá, empoeirado, ocupando espaço, fazendo peso na estante, por que não dividir com outras pessoas? O livro não foi feito para ficar parado. Ele é um transporte do conhecimento”, pontuou Rocha.

O diretor do IAC, Levi Lima contou como o espaço de leitura vai funcionar no projeto esportivo. “Quando eles chegarem pra treinar, vamos primeiro incentivá-los a passar um tempo no Espaço e procurar um livro pra ler. Nem que seja um leitura leve, mas já será um começo”, assegurou.

Texto: Ronaldo Quadros
Fotos: Lena Arruda

















quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Livro Solidário recebe doações do Sindicato dos Jornalistas

A Imprensa Oficial do Estado (IOE) recebeu na manhã desta quarta-feira, 8, uma grande doação de livros entregues pelo Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor- PA), para o projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, coordenado pela IOE e Núcleo Articulação e Cidadania. 

A entrega foi feita pela diretora do Sinjor, Lourdinha Bezerra, que esteve representando a presidente do Sindicato, a jornalista Sheila Faro. Bezerra contou que a doação foi motivada pela mudança de endereço do Sindicato, em cujo local não foi possível acomodar todo o acervo que estava na antiga sede. 

“Então, fizemos uma seleção e a direção resolveu doar para o projeto Livro Solidário e, assim, também incentivar a leitura e fazer com que mais pessoas tenham acesso aos livros”, comentou Bezerra. 

A maioria do acervo é voltada para a área do jornalismo, mas há livros de várias temáticas do conhecimento. “A gente fica muito orgulhosa de estar contribuindo para um projeto como o Livro Solidário”, concluiu.


A coordenadora do Livro Solidário e diretora de Documentação da IOE, Carmen Palheta reforçou a importância das doações para o projeto: “As doações que recebemos, reforçam o fato de que o projeto continua sensibilizando pessoas para o ato de fomentar ainda mais o acesso à leitura. Cada doação recebida só vem a enriquecer o nosso acervo e os acervos de muitas comunidades que nos solicitam mais livros”, finalizou Palheta.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom IOE








sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Imprensa Oficial apoia Campanha Livro Viajante da Infraero

Em homenagem ao Dia do Livro, a Infraero promove, a partir deste sábado, 28 de outubro, a 5ª edição da campanha Livro Viajante no Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans (PA). Cerca de 1500 livros, identificados com o selo da campanha, estarão à disposição dos passageiros até o dia 5 de novembro, podendo ser encontrados nas salas de embarque. Desse total cerca de 500 foram doados pela Imprensa Oficial do Estado, por meio no projeto Livro Solidário, que desde o início apoia a campanha.

"A Imprensa Oficial do Estado se sente honrada em participar mais uma vez do projeto Livro Viajante, pois é uma forma de incentivar e aumentar o número de leitores. O projeto Livro Solidário que coordenamos está doando livros de autores paraenses que vão ser lidos por pessoas de todo o Brasil. Isso é muito gratificante", pontua o presidente da Imprensa Oficial do Estado, Cláudio Rocha.

O Livro Viajante, ação realizada pela Infraero desde 2013, surgiu a partir do BookCrossing, nos Estados Unidos, em 2004, e pode ser definido como a prática de deixar um livro num local público, para que outras pessoas o encontrem, leiam e voltem a liberá-lo.

Desde o primeiro ano, a ação é bem recebida e elogiada pelos passageiros. "A reação das pessoas que estavam nos aeroportos e pararam para pegar um livro foi bastante positiva. Alguns passageiros se espantavam ao saber que os livros eram gratuitos e que elas podiam leva-los em suas viagens. Nosso único pedido aos que levavam os livros era que, após a leitura, eles os disponibilizassem para que outras pessoas pudessem ler", explica Odilene Amazonas, empregada da Infraero e uma das responsáveis pela iniciativa no Aeroporto Internacional de Belém.

Texto: Ronaldo Quadros com informações da Infraero
Foto: Ascom/Infraero


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Bairro da Cabanagem ganha um Espaço de Leitura Livro Solidário

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Cônego Batista Campos, localizada no bairro da Cabanagem, em Belém, recebeu na manhã desta quinta-feira, 26, um Espaço de Leitura Livro Solidário, projeto coordenado pela Imprensa Oficial do Estado, em parceria com o Núcleo Articulação e Cidadania do governo do Estado.

A inauguração contou com a presença de gestores, professores, coordenação do Livro Solidário, comunidade do bairro e alunos que mostraram seus talentos por meio da música e do teatro, tendo como inspiração os livros. Foi o caso da estudante Karen Talita Araújo Silva, de 15 anos, aluna do 5º ano que, junto a outros alunos, recepcionou o público com uma encenação de trechos de livros clássicos, criada especialmente para o evento. “Nós lemos vários trechos de livros e ensaiamos bastante. Estamos um pouco nervosos, mas está sendo muito gratificante mostrar a todos os presentes o que conseguimos fazer”, contou.

Segundo ela, a leitura faz as pessoas viajarem pelo conhecimento. “E tendo um espaço de leitura na escola estimula ainda mais a gente a procurar conhecer novos mundos por meio da leitura; e isso é muito bom”, comemorou. 

Raquel Araújo, 8 anos, está dando os primeiros passos na leitura. “Eu ainda estou aprendendo, mas gosto muito de ler. Eu leio todo dia, um pouco aqui na escola e na minha casa também”, contou.

A dona de casa France Silva, de 38 anos, mãe de dois alunos da escola, disse que o Espaço de Leitura vai ajudá-los na compreensão de muitos temas. “O espaço é muito importante, pois vai dar oportunidade aos alunos de compreenderem melhor o mundo. Eles precisam ter uma base, e eu acredito que essa base é a leitura” aposta ela. Para a gestora da USE 16 da Seduc (Secretaria de Estado de Educação), Cristina Pamplona, o Espaço de Leitura vai ser mais uma opção para os alunos melhorarem a educação.

“É uma recompensa pelos meus quase 40 anos de trabalho aqui nesta comunidade. Esta foi a primeira escola do bairro da Cabanagem e começou com uma casinha de madeira coberta de plástico. E hoje estamos neste prédio que abriga cerca de 900 alunos nos três turnos. Educação é dedicação”, disse, emocionada, Maria Pinto dos Reis, proprietária do prédio onde funciona a escola e que foi homenageada com seu nome na Sala de Leitura, pois além de proprietária, ajuda a escola ao longo de todos esses anos.

Carlos Adrião, diretor da escola, explicou como vai funcionar o Espaço de Leitura: “Os alunos serão acompanhados pelos professores para poderem desfrutar melhor do local e evitar vandalismo. Vamos fazer programações, e não será a leitura pela leitura, mas uma leitura que volta pra sala de aula e para o próprio ambiente familiar”, afirmou o diretor.

“O que mais nos estimulas na implantação desses espaços de leitura que vimos promovendo há cerca de sete anos, é ver que mesmo em um mundo tão cibernético e voltado para o mundo virtual, ainda existem crianças e adolescentes sendo tocados e inspirados pelo livro. Isso é realmente emocionante”, observou Carmen Palheta, coordenadora do Livro Solidário e diretora de Documentação da Imprensa Oficial do Estado.

Texto: Ronaldo Quadros - Ascom IOE
Fotos: Lena Arruda


























  

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Bairro da Marambaia ganha Espaço de Leitura da Imprensa Oficial

O Centro Comunitário Nova Marambaia (CCNOMA), no bairro de mesmo nome, em Belém, recebeu na manhã desta sexta-feira, 20, um Espaço de Leitura do projeto Livro Solidário, coordenado pela Imprensa Oficial do Estado em parceria com o Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC). A implantação foi possível graças à iniciativa de professores que estão à frente do Centro e que, em meio a atividades lúdicas e esportivas ali desenvolvidas, sentiram necessidade de, também, reforçar a educação dos alunos com um espaço destinado à leitura.

“Na nossa comunidade, temos várias escolas de nível fundamental e a gente atende a esses alunos nas atividades esportivas. E são eles que a gente pretende trazer pra dentro da biblioteca e fazer com que conheçam esse mundo da leitura, e se apaixonem pelos livros”, disse a professora e diretora do CCNOMA, Renata Renata Lavareda, a idealizadora do espaço destinado à biblioteca comunitária.

Para diretora e coordenadora do projeto Livro Solidário, Carmen Palheta, “o livro é um instrumento de inserção social, pois a leitura permeia todas as profissões e todas as atividades. Não adianta você ser um grande esportista se você não tem uma base na leitura que é a ponte que dá acesso e embasamento pra fazer cada vez melhor qualquer atividade”.

O espaço refrigerado cedido pelo Centro Comunitário foi equipado com estantes, cerca de 600 livros e decorado com a identidade visual do projeto coordenado pela IOE, NAC e apoio da Secretaria de Estado de Comunicação do Governo do Estado. Alunos de escolas do ensino infantil que ficam no bairro, foram conhecer o espaço, que teve uma programação especial com apresentações esportivas e de música.

A aluna do 6º ano da escola Almirante Tamandaré, Evelyn Pantoja Costa, de 11 anos, gostou muito do espaço. Ela que faz parte da turma de karatê do Centro, contou que gosta de livros de terror e suspense. “Eu vi uns livros aqui que gostei muito. Vou ler, com certeza”, afirmou. Já o aluno Diogo Ferreira Aguinaga, de 9 anos e aluno do 4º ano, disse que gosta também de ler. “Eu gosto de revistas em quadrinhos e histórias de super-heróis. Essa aqui (mostrando uma revista da editora Marvel) é muito legal”, afirmou.
A professora de karatê Luciana Braga reforçou a importância da integração entre o esporte e a leitura. “A gente trabalha integrando o esporte, no caso o karatê, com a educação. E tendo um espaço de leitura vai ajudar e facilitar o aprendizado das crianças”, acredita, reforçando que uma biblioteca, seja pública ou comunitária é mais um incentivo para a leitura, “principalmente em um bairro carente como o nosso, e que as portas se abram para eles através da leitura também”, completou Braga.

Conceição Brayner, que representou a diretora geral do NAC no evento, Daniele Khayat, elogiou a iniciativa do projeto Livro Solidário que, segundo ela, “traz a mensagem pra comunidade, agregando valores em torno da leitura, da contação de história, entre outras atividades” e reforçou que o NAC possui como objetivo principal buscar essas parcerias e valores na própria sociedade, com resultados muito positivos.


Texto: Ronaldo Quadros Ascom IOE
Fotos: Lena Arruda