quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Projeto Livro Solidário celebra o Dia Nacional do Leitor

Dia 07 de janeiro é o dia do Leitor! Uma data feita para comemorar aqueles que gostam de ler e tem, no livro, um grande amigo e companheiro.

“Ler é viajar” - esta frase é bastante conhecida e não deixa de ser verdade pois foi (e ainda é) através da leitura que o homem passou a conhecer lugares onde nunca esteve, se remeter ao passado histórico ou criado e até mesmo, projetar o futuro. Mas ler nem sempre é uma tarefa fácil. (....)

É importante lembrar que não se nasce leitor, o aprendizado da leitura é um processo infinito de capacitação que é fomentado pelo contato com livros.

Ler nunca é uma atividade passiva. Através da leitura, o leitor identifica e cria lugares, personagens e estórias. Muitas vezes, se projeta no que está lendo.

O leitor não lê por obrigação, ler para ele, além de uma necessidade vital, é um prazer. Ele se apaixona junto com a mocinha e morre com o príncipe, trama astúcias com os vilões e voa nas asas dos anjos.

É um eterno romântico, sem a necessidade de ser exclusivo: ama personagens, escritores, livros e muda o seu jeito de ser por causa deles.

E mudando por dentro, muda também o que costuma ler. Mas também corre o risco de virar um releitor dos livros que o marcaram.

Ser leitor é ser uma raça diferente dentro da raça humana, não melhor, não mais inteligente, apenas feliz e satisfeita de uma maneira divinalmente diferente.

Fonte: academialiterariadf.blogspot.com.br


quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Livro Solidário entregou mais de 10 mil livros em 2017

O projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, coordenado pela Imprensa Oficial do Estado e Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC), com apoio da Secretaria de Comunicação do Governo do Estado (Secom), entregou neste ano de 2017, mais de 10 mil livros para escolas e bibliotecas comunitárias em Belém e interior do Estado.

Entre as instituições beneficiadas com as doações, destacam-se a Biblioteca Apoena, localizada no município de Augusto Corrêa, Comunidade Aldeia Nova Vista de Santarém, Centro Comunitário Nova Marambaia, Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) , Movimento de Emaús, Escola Estadual Cônego Batista Campos, Escola Estadual Mário Barbosa, Escola Família Agrícola Professor Jean Hébette – em Marabá, Comunidade Quilombola de Abacatal e comunidade da Aldeia Arapiuns, em Santarém, entre outros.

Além das doações, o Projeto participou de feiras promovidas pelo governo do Estado, como a Feira Pan-Amazônica do Livro, o Salão do Livro em Santarém, Feira Flor Pará e Feira Pará Negócio. “Essas participações reforçam o contato com outras secretarias e outro público, sendo positivas não apenas para a Imprensa Oficial do Estado, que coordena o Projeto Livro Solidário, como também para reforçar os projetos sociais e educacionais desenvolvidos pelas secretarias parceiras”, pontua a diretora de Documentação da IOE e coordenadora do Livro Solidário, Carmen Palheta. 

“O resultado dessas parcerias alcança o público de maneira mais especial, uma vez que cada órgão, nas suas devidas competências, executam ações de maneira integrada, o que favorece o alcance maior do projeto a públicos diversos”, complementa Palheta.

Sarau - A Imprensa Oficial do Estado realizou este ano mais um Sarau Literário, que ocorreu no período da XXI Feira Pan-Amazônica do Livro. O Sarau é uma iniciativa que estimula a produção literária, artística e cultural dos alunos, tomando como base a vida e obra de um escritor brasileiro e/ou paraense convidado da Feira do Livro, promovida pela Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult).

Este ano participaram quatro instituições, incluindo associações assistenciais e de socioeducação, que apresentaram monólogo, dramatização, apresentação musical, contação de história, apresentação de dança, declamação de poesia, exposição de desenhos, exposição de pinturas dentre outros. O Sarau Literário teve a participação dos escritores Alexandre Guarnieri, Márcio Vassalo e Bia Bedran e envolveu diretamente mais de 2 mil alunos.

“O ano de 2017 foi bastante produtivo para o Livro Solidário. A Campanha "Leia. Mude sua história", favoreceu o aumento das doações de livros recebidas na IOE e também percebemos mais interesse das comunidades em receberem doações de livros. A Campanha produzida pela Secretaria de Comunicação (Secom) motivou ainda mais a participação das pessoas e a ocorrência de campanhas internas de arrecadação de livros nas próprias secretarias do Governo”, ressaltou Carmen Palheta.

Desde 2015, o Livro Solidário vem atendendo comunidades localizadas em outros municípios do Estado. Em 2017 não foi diferente, a procura por esse apoio aumentou e foram cerca de 10 mil livros doados, auxiliando projetos pedagógicos e sociais de associações comunitárias e instituições de governo com projetos de incentivo à leitura seja em comunidades da Capital e em comunidades no interior do estado.

“É importante registrar que os gestores das instituições estão conscientes que uma biblioteca ou sala de leitura deve ir além de um ambiente para a leitura, deve sobretudo, estimular a criatividade, a produção textual, artística e cultural. Quando o aluno é motivado com atividades pedagógicas a partir da leitura de um livro (fábulas, contos e etc), é possível perceber melhorias no rendimento escolar e interesse pelas atividades, o que contribui para o desenvolvimento social e pessoal desse aluno, motivando sua confiança e o interesse pelos assuntos escolares” pontua Palheta.

Reconhecimento - O Projeto Livro Solidário amadureceu na sua forma de trabalhar, fez algumas mudanças e hoje se percebe o comprometimento de gestores, professores e técnicos das escolas e de instituições, que reconhecem que não apenas o livro didático, mas que também o livro literário é um instrumento para transmitir conhecimento e formar cidadãos melhores, mais comprometidos com a literatura.

Outro reconhecimento é a participação da sociedade civil que contribui com doação de livros, favorecendo a continuidade do Projeto, que tem em sua essência o voluntariado e a solidariedade, o que permite ao Livro Solidário levar conhecimento aos que mais precisam, através da doação de livros e apoio com as implantações de espaços de leitura.


Forma-se assim, uma rede transmissora de bons exemplos e bons motivos para continuar acreditando no ser humano. “É através desse elo, e pensando num futuro melhor, que o Livro Solidário vem caminhando com a ajuda de muitas mãos ao longo desses seis anos. Construir um futuro melhor é tarefa de todos, mas poucos são aqueles que têm a coragem de dar o primeiro passo”, acredita a coordenadora do Livro Solidário.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

IOE faz doação de acervos para bibliotecas de Santarém

Durante a realização do X Salão do Livro da Região do Baixo Amazonas, que encerrou neste domingo, 3, em Santarém, a Imprensa Oficial do Estado (IOE), por meio do projeto Livro Solidário, fez a doação de acervos para bibliotecas e projetos de incentivo à leitura dessa região.

Uma das contempladas foi a Biblioteca Pública Municipal Paulo Rodrigues dos Santos, que está ampliando o seu acervo bibliográfico. A doação foi entregue pelo diretor Industrial da IOE Augusto Henrique Neto, à Secretária Municipal de Cultura, Cátia Favacho Alvarez. Ela contou que o acervo será incorporado ao já existente e vai ajudar a aprimorar os conhecimentos dos usuários da biblioteca na área da pesquisa.

Alavarez contou que a biblioteca, administrada pela Secretaria Municipal de Cultura (Semc) de Santarém, recebe por dia entre 120 a 150 usuários e funciona das 08h às 18 h, para atender a população e estudantes.

O Livro Solidário doou, ainda, um acervo de 400 obras de cunho diverso, para a biblioteca da Escola Nossa Senhora de Fátima, da aldeia Nova Vista, que vai ganhar um Espaço de Leitura do projeto.

Hospital – Também foram doados acervos para o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), que desenvolve os projetos "ABC brincando no HRBA", e “Ensino, Cultura e Saúde”. Os livros foram entregues à coordenadora dos projetos Bethânia Araújo. 

Ela informou que o projeto ABC atende crianças da ala de oncologia, por estudantes do curso de Pedagogia do Iespes, em parceria com o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA). “O projeto é desenvolvido por duas acadêmicas bolsistas e cinco acadêmicas voluntárias”, pontuou. “Ele tem por objetivo oportunizar às crianças hospitalizadas no Hospital Regional o direito de desfrutar de projetos educacionais de forma a garantir a recreação e escolarização assistida”, explica, no site da instituição.

O projeto “Ensino, Cultura e Saúde” é um dos mais importantes do hospital. Lançado no final de 2015, permite que pacientes e acompanhantes tenham acesso a mais de 1.500 livros, para que com a leitura tenham momentos de descontração e enriquecimento cultural nos períodos em que ficam internados.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado






quarta-feira, 29 de novembro de 2017

IOE leva Espaço de Leitura para aldeia de Santarém

A aldeia Nova Vista, onde está localizada a Escola Nossa Senhora de Fátima de turmas da alfabetização ao 9º ano e Ensino Médio Modular (Indígena), será o novo ponto do espaço literário do Livro Solidário. A aldeia é bem distante da capital paraense e abriga descendentes de povos indígenas que habitavam a região do Baixo Amazonas antes da colonização portuguesa.

Pela primeira vez uma comunidade indígena vai receber o projeto. O acervo é diferenciado com 400 obras de cunho diverso, mas o suficiente pra abrir o imaginário das crianças. Além do acervo, a Imprensa Oficial do Estado, coordenadora do projeto, ainda vai doar o material de identidade visual do espaço Literário.

A aldeia Nova Vista está situada à margem esquerda do rio Arapiuns, no município de Santarém, região Oeste paraense. A entrega do acervo vai ocorrer durante o X Salão do Livro do Baixo Amazonas, no Espaço Pérola do Tapajós, centro da cidade de Santarém.  A entrega do acervo será dia 1º de dezembro, às 17h, no estande da IOE, uma das patrocinadoras do Salão.

O  projeto Livro Solidário é coordenado pela Imprensa Oficial do Estado e Núcleo Articulação e Cidadania. Mais de 50 mil livros já foram entregues em locais espalhados por Belém e alguns municípios do interior do Estado. Para o projeto chegar até a aldeia Nova Vista, de educação indígena, foi necessário uma boa articulação entre a diretora de Documentação e Tecnologia da IOE e coordenadora do Livro Solidário Carmen Palheta, e a estudante Luanna Cardoso Oliveira, acadêmica do grupo de pesquisa Lelit-Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), moradora da aldeia.


A estudante tinha a ideia de instalar o espaço de leitura para incentivar o hábito entre as crianças da aldeia. “No local, moram 56 famílias com cerca de 230 pessoas e havia necessidade de um espaço dedicado à leitura. Então, eu pensei na abertura de um local assim. Ai eu fui pra Belém, e conheci o projeto da Imprensa Oficial. Agora, estamos ganhando esse espaço. É a realização de um sonho”, festeja a estudante.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom IOE

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Imprensa Oficial divulga Livro Solidário na Pará Negócios

O projeto Livro Solidário, coordenado pela Imprensa Oficial do Estado e o Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC), participa da 6ª Feira Pará Negócios, no Centro de Convenções da Amazônia (Hangar), de 30 de novembro a 3 de dezembro. A Feira é promovida pela Associação Comercial do Pará (ACP) com objetivo de promover intercâmbio entre empresas diversificadas com ideal inovador e lançamento de tendências de mercado.

O Livro Solidário chega com sucesso de 70 mil pessoas atendidas em 23 Espaços de Leitura em Belém e interior do Pará. O projeto será exposto no estande do Núcleo de Articulação de Cidadania (NAC), que criou a ação em 2004, com ideal de estimular a leitura entre as comunidades mais carentes de Belém, Região Metropolitana e interior do Estado.

Os outros órgãos de Governo também vão participar da Feira como Fundação Cultural do Pará, Superintendência de Sistema Penitenciário (Susipe), Fasepa e Emater. A feira deve gerar R$ 8 milhões em negócios, três mil visitantes, 200 expositores e 1.500 empregos diretos e indiretos.

O Livro Solidário tem balanço positivo pra apresentar na Feira. Ao longo de 13 anos, o projeto atendeu hospitais, bibliotecas, unidades prisionais e escolas. Desde 2011, quando o projeto passou à responsabilidade da Ioe, foram abertos 23 Espaços de Leitura em Belém, Região Metropolitana e interior do Estado. Cerca de 70 mil pessoas já foram beneficiadas. Em 2017 o projeto chegou aos municípios de Ananindeua, Abaetetuba, Augusto Corrêa, Benevides, Belém, Maracanã, Melgaço, Santarém, Marabá e Acará.

Feira – Segundo o site da Associação Comercial do Pará, a 6ª Feira Pará Negócios é um dos maiores espaços de integração empresarial da Região Norte. Trata-se de um intercâmbio de negócios e de tendências dos mercados nacional e internacional. O evento tem apoio do Conselho de Jovens Empresários (Conjove), Conselho da Mulher Empresária (CME) e do Conselho das Câmaras Setoriais da ACP.


“A Pará Negócios é uma feira não é só de produtos e serviços, mas de ideias e inovações que orientam e desenvolvem o mercado do nosso Estado. O slogan ‘Tudo em um só lugar’, demonstra bem essa dinâmica, uma nova edição da Pará Negócios é mais um desafio”, disse ao site, o presidente da ACP, Fábio Lúcio.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom IOE

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Projeto esportivo recebe espaço de leitura da Imprensa Oficial

“A leitura é uma ferramenta para a vida”. Foi assim que a coordenadora pedagógica do projeto Industrial Atlético Clube (IAC), Leda Torres, definiu a importância do hábito da leitura para os cerca de 150 jovens atendidos pelo projeto durante a inauguração, na manhã desta terça-feira, 14,  do Espaço de Leitura Livro Solidário. “Desde criança até a velhice, a leitura é fundamental na vida da gente. Forma nossa imaginação, nossa criatividade”, descreveu Torres.

O Espaço localizado no bairro do Distrito Industrial, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém, recebeu da Imprensa Oficial, que coordena o projeto Livro Solidário, em parceria com o Núcleo Articulação e Cidadania (NAC), cerca de 400 livros, estantes e o todo o material de identidade visual do projeto que já implantou 23 espaços e doou mais 50 mil livros para várias comunidades na Região Metropolitana de Belém e interior do Estado.

O IAC atende a jovens como o estudante Felipe Rodrigues, de 16 anos, que além de treinar futebol, quer ser também um craque na leitura. “Só a leitura nos torna um bom cidadão, pois pra ser um atleta a gente tem que ter uma boa educação que começa em casa”, relatou. Ele acredita que o Espaço de Leitura do IAC vai possibilitar um maior aprendizado, tanto na escola como na vida. José Ribamar de Almeida, 16, acredita também que pra ser um bom jogador, tem que ser um bom aluno. “Eu estava dando uma olhada nos livros e vi muitos sobre futebol. O que mais me chamou a atenção foi um sobre a vida do Pelé. Eu escolhi esse pra ler”, contou e aproveitou para mostrar sua habilidade com a bola nos pés, inspirado no Rei.

Ednelson Costa, 20, diz que o esporte pra ele é a própria vida, por englobar disciplina e educação. Estudante de educação física, ele contou que gosta muito de ler. “A partir do momento que a gente começa a praticar a leitura, o nosso modo de falar, de conviver com as pessoas muda, porque através da leitura a gente adquire muito conhecimento”, acredita.

O presidente da IOE Cláudio Rocha mostrou para os jovens do IAC a importância de se dedicar ao esporte e à leitura. Atentos à fala dos presentes, os garotos ficaram estimulados a conhecer o mundo mágico dos livros. “Nestes livros estão contidas as experiências de outras pessoas que agora vão formar uma nova geração de leitores”, assegurou.  “Todo mundo deve ter livros que leu, gostou e guardou na estante. Mas em vez de deixar esse livro lá, empoeirado, ocupando espaço, fazendo peso na estante, por que não dividir com outras pessoas? O livro não foi feito para ficar parado. Ele é um transporte do conhecimento”, pontuou Rocha.

O diretor do IAC, Levi Lima contou como o espaço de leitura vai funcionar no projeto esportivo. “Quando eles chegarem pra treinar, vamos primeiro incentivá-los a passar um tempo no Espaço e procurar um livro pra ler. Nem que seja um leitura leve, mas já será um começo”, assegurou.

Texto: Ronaldo Quadros
Fotos: Lena Arruda

















quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Livro Solidário recebe doações do Sindicato dos Jornalistas

A Imprensa Oficial do Estado (IOE) recebeu na manhã desta quarta-feira, 8, uma grande doação de livros entregues pelo Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor- PA), para o projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, coordenado pela IOE e Núcleo Articulação e Cidadania. 

A entrega foi feita pela diretora do Sinjor, Lourdinha Bezerra, que esteve representando a presidente do Sindicato, a jornalista Sheila Faro. Bezerra contou que a doação foi motivada pela mudança de endereço do Sindicato, em cujo local não foi possível acomodar todo o acervo que estava na antiga sede. 

“Então, fizemos uma seleção e a direção resolveu doar para o projeto Livro Solidário e, assim, também incentivar a leitura e fazer com que mais pessoas tenham acesso aos livros”, comentou Bezerra. 

A maioria do acervo é voltada para a área do jornalismo, mas há livros de várias temáticas do conhecimento. “A gente fica muito orgulhosa de estar contribuindo para um projeto como o Livro Solidário”, concluiu.


A coordenadora do Livro Solidário e diretora de Documentação da IOE, Carmen Palheta reforçou a importância das doações para o projeto: “As doações que recebemos, reforçam o fato de que o projeto continua sensibilizando pessoas para o ato de fomentar ainda mais o acesso à leitura. Cada doação recebida só vem a enriquecer o nosso acervo e os acervos de muitas comunidades que nos solicitam mais livros”, finalizou Palheta.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom IOE