quinta-feira, 24 de maio de 2018

Obra de Mary Del Priore vai ganhar vida em Sarau Literário


As verdadeiras histórias do país resgatadas pela escritora carioca Mary Del Priore, serão destacadas pelos jovens atendidos pela Fundação Pro Paz na unidade da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFPA), em um Sarau Literário que será realizado no dia 6 de junho, às 9 horas,  na Av. Presidente Tancredo Neves (Perimetral), 2501, no bairro da Terra Firme.

O Sarau é um dos cinco saraus literários que fazem parte da programação da XXII Feira Pan-Amazônica do Livro, realizado por meio do projeto Livro Solidário da Imprensa Oficial do Estado (IOE) e o Pan-Amazônica na Escola, da Secretaria de Estado de Cultura (Secult).

Os jovens receberam como indicação de leitura o livro ‘Histórias da Gente Brasileira – Volume 1,  Colônia’. Ainda no processo de preparação para o evento, eles participaram, no Museu de Arte sacra da Igreja de Santo Alexandre, de uma palestra com o historiador Aldrin Moura de Figueiredo, sobre a obra da escritora Del Priore. 
O objetivo é conhcer ainda mais a obra para produzirem o sarau.   

“Temos uma grande equipe envolvida nesse trabalho de preparação dos alunos para o Sarau. Os professores e arte-educadores dos Polos do Pro Paz têm realizado ensaios intensos com os alunos”, afirmou Luci Azevedo, coordenadora Geral do Propaz nos bairros, e organizadora do Sarau na UFRA. 



Ela explicou que o processo de preparação para o evento foi dividido em duas etapas: a primeira com a palestra do professor Aldrin Figueiredo que oportunizou aos alunos uma experiência de pertencimento e compreensão histórica da herança deixada por nossos antepassados. “A segunda está sendo feita com leituras, montagem da coreografia e do figurino”, pontuou.

SOBRE A OBRA
A obra de Mary del Priore  escolhida fala das verdadeiras histórias do país, aquelas que retratam intimamente a vida da gente brasileira. Nele, se descobre como as pessoas se vestiam, onde moravam, o que comiam, o que faziam para se divertir e tantos outros fatos “menores”, que muito dizem sobre elas – e sobre nós. Este é o primeiro volume da coleção “Histórias da gente brasileira” – focado na época do Brasil Colônia.

SERVIÇO:
Sarau literário da UFRA
Dia 06/06, 4ª feira, às 9h, com a presença da escritora Mary Del Priore. Local: Fundação Pro Paz Ufra.  Av. Presidente Tancredo Neves, 2501,Terra Firme.

Texto: Ronaldo Quadros- ASCOM/IOE
Fotos: Fernando Sette

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Obra de Milton Hatoum inspira socioeducandos da Fasepa


Os socioeducandos da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) estão desvendando a história narrada no livro ‘Relato de um Certo Oriente’, do escritor amazonense Milton Hatoum, para apresentarem em formato de performance teatral, no Sarau Literário, no dia 5 de junho, às 9h30, no Teatro Margarida Schivasappa.

O evento é organizado em uma parceria da Imprensa Oficial do Estado (IOE), por meio do projeto Livro Solidário, e a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), por meio do projeto Pan-Amazônica na Escola.

“As instalações cênicas que envolvem artesanatos, pinturas e desenhos, a performance teatral com a ideia central de uma colcha de retalhos, declamações de poesias , leituras dramática de poemas, teatro em movimento e a musicalização são as ações que desenvolverão a apresentação da Fasepa neste sarau”, explicou Marta Santos, coordenadora da Ação Talentos, da Fasepa.

Relato de um Certo Oriente, de 1989, primeiro romance de Milton Hatoum, debruça-se sobre um tema bastante comum: a família e seus dramas. A procura por mostrar as dificuldades presentes na convivência diária de familiares e amigos entre si, com seus diferentes segredos e comportamentos, faz deste um grande enredo.

O romance mostra que o refúgio da memória é a interioridade do indivíduo, reduzido e isolado na sua própria história, quase que incomunicável com outro mundo que não seja o dele.

SERVIÇO:
O Sarau Literário da Fasepa ocorre no dia 5 de junho, às 9h30, no Teatro Teatro Margarida Schivasappa. Uma segunda apresentação ocorrerá no dia 9 de junho, às 10h30, no Hangar.
Foto: Fernando Sette







segunda-feira, 9 de abril de 2018

Escola de Mocajuba recebe acervo do projeto Livro Solidário


A Imprensa Oficial do Estado (IOE), por meio do projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, doou nesta segunda-feira, 9, um acervo com mais de 200 livros para a Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Regina Saba Costa, em Mocajuba, região do Baixo Tocantins.

Os livros vão dar início ao projeto Carrinhos da Leitura, que será desenvolvido pela escola para ajudar os alunos que possuem dificuldades no desenvolvimento da leitura e da escrita.

Segundo Regina Suely Martins Meireles, que recebeu a doação em nome da escola, a instituição atende cerca de 900 alunos regulares, e outros do EJA – Educação de Jovens e Adultos. 

Ela informou que os livros recebidos do Livro Solidário serão usados, inicialmente, pelos cerca de 80 alunos que serão atendidos pelo programa Novo Mais Educação, do Ministério da Educação (MEC). “São alunos que possuem dificuldades com a leitura e a escrita”, afirmou.

“Os livros que estamos recebendo da Imprensa Oficial do Estado irão fomentar o que nós já estávamos pensando, que seria o projeto do Carrinho da Leitura, que ficará nos corredores da escola, propiciando esse momento de leitura com as turmas”, pontuou Meireles.

A técnica do projeto Livro Solidário, Lucila Girão, disse que “é louvável” que tenhamos iniciativas como a da escola de Mocajuba, que busca mecanismos inovadores para incentivar o hábito da leitura entre os alunos, “pois vem ao encontro do objetivo do projeto que chegar a vários locais do Estado”, pontuou.

Texto e foto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado



quarta-feira, 28 de março de 2018

Livro Solidário incentiva estudo entre mulheres em recuperação


Internas do Centro Socioeducativo Feminino (Cesef) da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), e vítimas de escalpelamento atendidas pelo Espaço Acolher, da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, receberam mais um incentivo para continuar seus estudos.

O projeto Livro Solidário realizou nesta quarta-feira, 28, uma grande doação de livros didáticos, paradidáticos e de autores paraenses, destinados a reforçar a educação das mulheres que se encontram em recuperação. 

A arte educadora do Cesef, Débora Cistina Éleres, que recebeu a doação em nome da Fasepa, disse que os livros vão ser utilizados em projetos de incentivo à leitura com as socieducandas que estão retomando os estudos na casa penal. 

Ela informou que 16 internas participam das aulas que são ministradas no próprio local onde cumprem medidas socioeducativas.  Segundo a arte educadora, quando elas chegam ao Centro, se sentem mais motivadas a retomar os estudos, “já que muitas delas interromperam os estudos devido à carga de atividades que desenvolviam quando estavam em liberdade”, pontuou Éleres.

Escalpelamento – Ontem, 27, foi doado outro montante de livros para o Espaço Acolher - casa de apoio mantida pelo governo do Estado na Santa Casa -, onde as pacientes vítimas de escalpelamento podem se hospedar durante o período de longo tratamento. 

No local, as mulheres recebem o apoio de profissionais de Psicologia e Serviço Social, além de participarem de cursos. Professores da rede estadual são responsáveis pelas aulas necessárias à conclusão do ensino fundamental e médio.

A coordenadora do Espaço Acolher, Luzia Matos, informou que o acervo recebido do Livro Solidário aumenta o já existente na biblioteca do espaço. “Os livros doados pela Imprensa Oficial vão ajudar muito no trabalho pedagógico que nós desenvolvemos aqui”, reforçou Matos.

Para a coordenadora da classe hospitalar do projeto, pedagoga Denise Mota, o livro ainda é “o bálsamo do conhecimento”. “A classe hospitalar tem como proposta pedagógica trabalhar as diferentes culturas e linguagens das alunas ribeirinhas, interligadas aos conteúdos das diversas áreas do conhecimento”, destacou.

Para a coordenadora do Livro Solidário, Carmen Palheta, “nós, do projeto Livro Solidário, ficamos muito felizes em poder contribuir com projetos e iniciativas que levam a educação para públicos que se encontram em situação marginalizada”. E complementou que o governo do Estado incentiva, também, a educação nos diversos segmentos sociais; “e essas mulheres merecem toda nossa atenção”, relativizou.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado
Fotos: Felipe Santiago





sexta-feira, 23 de março de 2018

Escola inaugura biblioteca com apoio do Livro Solidário


A Escola Estadual de Ensino Médio Manoel Leite Carneiro, localizada no bairro Tenoné, em Belém, inaugurou na manhã de ontem, 22, a Biblioteca Walcyr Monteiro, que recebeu apoio do projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, que doou 450 livros para reforçar o acervo, além de estandes e material de identidade visual. 

O evento contou com a presença de Walcyr Monteiro – escritor homenageado - que falou da felicidade em receber o reconhecimento pelo seu trabalho “enquanto estou vivo”. Bastante aplaudido pela comunidade escolar presente, ele informou que aquela já era a quarta biblioteca no Estado que levava seu nome. “Ser reconhecido em vida é realmente emocionante”, comentou, após a exibição de um documentário sobre sua vida e obra.  

Para compor o acervo da biblioteca, o projeto Livro Solidário, coordenado pela Imprensa Oficial do Estado e Núcleo de Articulação e Cidadania – NAC, doou livros de interesse geral que foram integrados aos já existentes na escola. Segundo o diretor Péricles Douglas Matos, a biblioteca era um sonho antigo e foi possível realizar com o apoio da IOE.

“Desde 2015 nós vínhamos tentando criar a biblioteca, mas esbarrávamos em várias dificuldades. Quando ficamos sabendo do Livro Solidário, entramos em contato e fomos presenteados com esse acervo maravilhoso que nos deu a possibilidade de criá-la e inaugurar nesta data especial que é o Dia Mundial da Água”, ressaltou Matos. Ele comparou os livros com a água, pois, segundo ele, “o livro percorre caminhos por vários espaços, assim como o conhecimento contido nos livros”, pontuou.

Os alunos da escola fizeram diversas apresentações como uma performance sobre a água. Sarah Morel, de 16 anos, disse que a biblioteca vai ajudar os alunos em vários trabalhos e atividades desenvolvidos. “O livro é importante para refletirmos sobre a nossa realidade, além de ajudar no Enem, que é o foco da nossa escola”, contou.

“Eu tenho um carinho muito grande por esta escola. Foi aqui que eu concluí o Ensino Médio e fiz questão de participar da programação de inauguração da biblioteca”, pontuou a ex-aluna Jennifer Lorrany Miranda, 17, que integrou a performance sobre a água.

A diretora de Documentação da IOE e Coordenadora do Livro Solidário, Carmen Palheta, comentou sobre a função do livro como objeto de inclusão social, e reforçou que o objetivo do governo do Estado por meio do projeto Livro Solidário é unir esforços com a sociedade no sentido de fazer chegar mais livros em vários cantos do Estado e, com isso, incentivar a leitura com vistas a colaborar para a diminuição dos índices de analfabetismo, principalmente entre crianças e jovens.

O evento contou com a presença de autoridades da área de Educação do Estado, além de toda a comunidade escolar. Encerrou com um cortejo à biblioteca onde houve leitura de fragmentos das lendas amazônicas pelos estudantes da instituição.   

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado
Fotos: Lena Arruda






quarta-feira, 21 de março de 2018

Hospitais recebem reforço de acervo do projeto Livro Solidário


Hospitais parceiros do projeto Livro Solidário coordenado pela Imprensa Oficial do Estado, receberam na manhã desta quarta-feira, 21, cerca de mil livros para compor os Carrinhos de Leitura ou ajudar nas ações de incentivo à leitura desenvolvidas pelos hospitais.

Os hospitais beneficiados foram a Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna; Ophir Loyola; Oncológico Infantil Octávio Lobo; Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará; Público Estadual Galileu (HPEG); Regional Dr. Abelardo Santos (HRAS); a Casa Ronald McDonald - que oferece atendimento às crianças e adolescentes com câncer, incluindo as famílias-, e o Núcleo de Acolhimento do Enfermo Egresso (NAEE), ligado ao Hospital Ophir Loyola.

Cada hospital recebeu um kit contendo cerca de 100 livros novos, principalmente infanto-juvenis, já que o foco do projeto é incentivar a leitura entre crianças e jovens.

A diretora administrativa e financeira do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, Tatiane Santos, contou que o hospital desenvolve o projeto Biblioteca Itinerante, que trabalha com as crianças e adolescentes internados, além dos familiares acompanhantes. E os livros representam “um momento de leitura, de aprendizado e de transferência de conhecimento”, reforçou.

Ela esclareceu que todos os pacientes podem ter acesso a biblioteca, e aos que não podem se deslocar, alguns funcionários levam os livros até eles e se estiverem impossibilitados de pegar nos livros, os voluntários fazem a leitura das histórias a esses pacientes.   

Além desse público, Tatiane Santos informou também que os alunos que frequentam a escola do projeto Prosseguir, sob coordenação da Seduc, e que funciona no próprio hospital, também fazem uso dos livros doados pelo Livro Solidário. 

“O hospital precisa ter várias alternativas de distração para essas crianças e adolescentes. E a leitura é uma delas. Temos que deixar o ambiente hospitalar o mais próximo possível da vida que eles teriam fora daqui”, pontua a diretora.

No Hospital Ophir Loyola, o Livro Solidário mantém os Carrinhos da Leitura que percorrem as diversas clínicas do local, distribuindo os livros para quem quiser. 

Segundo Neila Santos, terapeuta Ocupacional do hospital, os Carrinhos possibilitam aos pacientes que se encontram internados, o acesso à leitura, à cultura e à distração, já que eles passam um certo período de tempo no hospital. 

“A leitura possibilita que eles passem por esse momento de internação com mais leveza”, pontuou Santos que também informou que os familiares dos acompanhantes também têm acesso aos livros.  

A técnica do Livro Solidário, Lucila Girão disse que antes de os acervos saírem da IOE para os hospitais, eles passam por um processo de higienização e, já nos hospitais, há nova higienização para que os pacientes não tenham nenhum tipo de problema de saúde causado por patógenos transmitidos pelos livros.

“Todos os anos nós realizamos esse reforço de acervo para os hospitais parceiros, como uma forma de levar alegria para esse público especial atendido pelo Livro Solidário, buscando o bem estar mental e emocional dento do ambiente hospitalar”, reforçou Girão.  


Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado
Fotos: Felipe Santiago






quinta-feira, 15 de março de 2018

Escola de Ananindeua terá sala de leitura com ajuda do Livro Solidário


As salas de aula da Escola Municipal de Ensino Fundamental João Nunes de Souza, em Ananindeua, estavam todas decoradas com trabalhos criados pelos alunos em alusão ao Dia da Escola, que se comemora nesta quinta-feira, 15. Como presente especial do dia, o projeto Livro Solidário entregou um acerco de 350 livros que serão usados em atividades de incentivo à leitura com os cerca de 290 estudantes da instituição.

Eliete Lisboa, diretora da escola que atende a educação infantil, com alunos de 4 a 5 anos, e o ensino fundamental menor, com idades de 6 a 10 anos, contou que o acervo vai ser o ‘pontapé inicial’ para a criação do Espaço de Leitura da escola. “O espaço que usamos como biblioteca está sendo reformado, e os livros, por estarem muito defasados, não chamavam a atenção dos alunos e, agora, com novo acervo, esperamos que isso mude”, contou.

Segundo ela, a doação recebida da Imprensa Oficial do Estado, que coordena o projeto junto com o Núcleo Articulação e Cidadania do governo do Estado, vai fomentar ainda mais o interesse das crianças pela leitura. Ela conta que como o público é composto por crianças carentes e cuja maioria não tem acesso a uma biblioteca e outras formas de lazer, “ a busca da cultura por parte deles está voltada para a escola e os livros vão enriquecer ainda mais essa busca e necessidade de conhecimento”.

Crianças como a estudante do 5º ano, Ádria Hungria, 10 anos, aproveitou o acervo doado e escolheu alguns gibis para ler. “Eu tenho alguns livros lá em casa, mas é sempre bom ter novos livros e gibis pra ler. São outras histórias”, observou.  Já André Isaac Araújo, 10 anos, sonha estudar Medicina e sabe que precisa se dedicar aos estudos e ler muito. Para ele, o futuro Espaço de Leitura será mais um incentivo na busca desse sonho.

Para a coordenadora do projeto Livro Solidário, Carmen Palheta, o mais importante objetivo está sendo alcançado pelo governo do Estado, “que é plantar a semente da leitura em vários espaços, sejam escolas, associações ou igrejas”. “Para nós, o livro é aliado do processo de inclusão social; e colaborar para isso é nosso dever como gestores públicos”.


Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado
Fotos: Lena Arruda